quinta-feira, 18 de maio de 2017

POLÍTICA

RONALDO CAIADO QUER RENÚNCIA DE TEMER E NOVAS ELEIÇÕES
Senador do DEM se manifestou por meio de nota publicada em sua conta no Facebook
O Senador Ronaldo Caiado, do DEM, utilizou as redes sociais para comentar a gravíssima denúncia feita pelo dono da JBS contra o Presidente Michel Temer. Por meio de nota, se manifestou pela renúncia do mandatário e convocação de novas eleições para Presidente e para o Congresso:

"Diante da gravidade do quadro e com a responsabilidade de não deixarmos o Brasil mergulhar no imponderável, só nos resta a renúncia do presidente Michel Temer e a mudança na Constituição. É preciso aprovar a antecipação das eleições presidencial e do Congresso Nacional."

Fonte: Agência Senado

POLÍTICA

Falta de recursos prejudica defesa e controle aéreo, alerta comandante da Aeronáutica

   

Os cortes de verbas e restrições orçamentárias que atingem o controle de tráfego aéreo nos últimos anos já afetam a confiabilidade do sistema no Brasil. O alerta foi feito pelo comandante da Aeronáutica, tenente brigadeiro-do-ar Nivaldo Luiz Rossato, em audiência pública realizada nesta quinta-feira (18) na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional (CRE).
- A Força Aérea se ressente dessa falta de recursos. É relativamente grave. O país parou de investir enquanto o custeio não para de aumentar. Isso acaba degradando em parte o sistema, a confiabilidade é prejudicada - alertou.
De acordo com o comandante, os recursos são contingenciados apesar de serem oriundos de tarifas com destinação específica para o setor, não provenientes do Tesouro Nacional.

Amazônia

O comandante também reclamou pelo fato de o Ministério dos Transportes não estar mais repassando à Força Aérea a parte equivalente à manutenção da Comissão de Aeroportos da Região Amazônica (Comara).
- A Comara está há dois anos à míngua. Ou voltam esses repasses ou vamos fechar a Comara, porque essa estrutura deteriora rapidamente sem manutenção - lamentou.
Por isso, ele pede uma ação no âmbito do Legislativo ou por meio do próprio Ministério dos Transportes para o retorno desses recursos, que chegaram a representar R$ 300 milhões por ano. O setor, segundo o comandante, está consciente da atual conjuntura de restrições orçamentárias, mas acredita que a sociedade brasileira não pode abrir mão de investir pelo menos R$ 100 milhões por ano.
- Talvez seja esse o interesse de grande parte do mundo, que deixemos a Amazônia para que seja transformada numa reserva internacional. Se queremos nossa presença lá, esta é uma responsabilidade da Força que tem que ser dividida com toda a sociedade brasileira - afirmou.
O comandante também pediu atenção urgente para a necessidade de modernizar a frota de aviões-radares, que fazem a vigilância das fronteiras. A quantidade desses instrumentos também vem caindo devido à falta de investimentos, informou Rossato.

Argentina

Outro setor negligenciado cronicamente pelo país, segundo o comandante da Aeronáutica, é o de pesquisas espaciais. O Brasil, informou Rossato, investe somente 0,06% do PIB nessa área, cerca de U$ 100 milhões. A Argentina, observou ele, tem investido cerca de U$ 1,2 bilhão por ano, 12 vezes mais que o Brasil.
- A Argentina, à despeito de ter as mesmas dificuldades que nós, tem percebido melhor a potencialidade do espaço - disse o militar, lembrando que outros países, como EUA, Rússia, China e Índia, investem ainda mais.
O lançamento do satélite geoestacionário no último dia 4 de maio foi um grande passo na avaliação do comandante. Para ele, a iniciativa deve melhorar muito a infraestrutura de comunicação militar e dos serviços de banda larga, inclusive para a Região Amazônica. Por isso, Rossato disse que a Força Aérea está trabalhando na efetivação de um segundo satélite dessa modalidade.
- Investir em satélites, não só o geoestacionário, que ainda não temos, é fundamental para aumentar a produtividade na agricultura e no controle das fronteiras - explicou.
A efetivação dos caças Grippen, uma parceria com a Suécia, e da parceria público-privada visando à gestão da rede de comunicações integradas da Aeronáutica foram outras notícias relacionadas à área destacadas por Rossato durante a audiência na CRE.

Caráter estratégico

O presidente da CRE, senador Fernando Collor (PTC-AL), disse acreditar que as necessidades básicas de recursos da Força Aérea brasileira precisam ser providas pelo governo "de alguma forma", devido a seu caráter estratégico e a sua importância para a soberania nacional.
- Se vizinhos nossos estão investindo muito mais, temos que estar alertas, não podemos perder essa vantagem que sempre tivemos, mas estamos perdendo - lamentou.
Os senadores Jorge Viana (PT-AC) e Ana Amélia (PP-RS) também manifestaram preocupação com os investimentos em pesquisas espaciais. Viana sugeriu que a CRE tenha como compromisso suprapartidário suprir a Aeronáutica dos recursos mínimos demandados, em suas emendas ao Orçamento.
fonte:Agência Senado

POLÍTICA

CDH estende a surdos isenção de IPI na compra de carro zero

   





Estender a todas as pessoas com deficiência a isenção de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) na compra de automóveis é o objetivo do projeto PLS 28/2017, aprovado nesta quarta-feira (17) pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH).
O autor, senador Romário (PSB-RJ), alega que a norma vigente (Lei 8.989/1995) não abrange as pessoas com deficiência auditiva, por exemplo. Para corrigir tal distorção, ele propôs a adoção de um conceito mais amplo de pessoa com deficiência, previsto na Lei Brasileira de Inclusão, que remete à avaliação biopsicossocial, superando somente o conceito médico.
Hoje, a lei somente concede a isenção a pessoas com impedimentos de ordem física, visual e mental e a autistas, privando pessoas com outros tipos de deficiência sensorial do direito de usufruir do benefício.
Para Romário, o projeto pode corrigir a “injustiça legal” de não incluir todos os deficientes como beneficiários. Ele lembra que a isenção do IPI é uma forma de contribuir com a mobilidade da pessoa com deficiência, que terá mais facilidade para adquirir um automóvel.
A proposição também autoriza o beneficiário a fazer uso dessa isenção caso o veículo seja roubado ou furtado, ou sofra sinistro que acarrete sua perda total.
A relatoria ficou a cargo do senador Paulo Paim (PT-RS), que concordou com a iniciativa. Segundo o parlamentar, além de estender o rol de beneficiários, o projeto corrige uma restrição inaceitável, “explicada pela compreensão limitada, antiga e excludente das deficiências no momento em que esse direito foi criado”.
O PLS 28/2017 segue agora para a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) para decisão terminativa. Ou seja, sem necessidade de ir a Plenário, a menos que haja recurso.
Fonte:Agência Senado

POLÍTICA

Para Reguffe, eleições diretas podem pacificar o país
   



O senador Reguffe (sem partido-DF) defendeu a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição 67/2016, de sua autoria, que prevê a realização de eleições diretas em caso de impedimento do presidente da República e do vice até o terceiro ano do mandato. A PEC, que está na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), altera o artigo 81 da Constituição, que determina a realização de eleição indireta pelo Congresso Nacional em caso de afastamento do titular do cargo e de seu vice no segundo ano do período presidencial.
Para Reguffe, a realização de eleições diretas abre um caminho para a saída da crise e pacifica o país. A aprovação da proposta, em sua avaliação, seria uma resposta do Senado à sociedade diante do agravamento da crise política com a delação dos executivos da J&F, dono do Friboi.
O senador sugeriu também a imediata renúncia do presidente Michel Temer como passo inicial para o país encontrar uma saída.
– Não renunciando, precisamos votar o impeachment - disse Reguffe.
Fonte:Agência Senado

POLÍTICA



Irmã de Aécio Neves é presa em Belo Horizonte

Agentes da PF também prenderam um primo do senador, que teria sido filmado R$ 2 milhões a mando do empresário da JBS Joesley Batista




Irmã de Aécio Neves é presa em Belo Horizonte GUALTER NAVES/ESTADÃO CONTEÚDO


Foto: GUALTER NAVES / ESTADÃO CONTEÚDO 
Andrea Neves, irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), foi presa na manhã desta quinta-feira (18), em Belo Horizonte, acusada de pedir dinheiro para Joesley Batista em nome do irmão – que recebeu R$ 2 milhões do empresário em entrega filmada e registrada. 
Um primo do presidente do PSDB também foi preso preventivamente pela Polícia Federal  em casa, no condomínio Morro do Chapéu, em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Diretor da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) nomeado por Aécio e coordenador da campanha do tucano na corrida presidencial de 2014, Frederico Pacheco de Medeiros, conhecido como Fred, teria sido filmado recebendo R$ 2 milhões a mando de Joesley Batista.
Além dele, Menderson Souza Lima, assessor do senador Zezé Perrela (PMDB-MG), também foi preso. Todos foram citados na delação de Joesley Batista. Em todos os casos os mandados são de prisão preventiva e foram autorizados pelo STF.
De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a irmã do senador  tinha uma passagem comprada para Londres na noite desta quinta-feira, segundo investigadores.
A operação que afastou o presidente do PSDB do mandato foi denominada pela Polícia Federal de Patmos. É uma referência a ilha grega na qual o apóstolo João teria recebido mensagens do apocalipse.
ZH

POLÍTICA


O que revelaram os donos da JBS na delação que implodiu Brasília

Empresários entregaram à Justiça gravações nas quais registram pedidos de propina de Temer e Aécio Neves, além da compra do silêncio de Cunha




O que revelaram os donos da JBS na delação que implodiu Brasília Carlos Macedo/Agência RBS

Foto: Carlos Macedo / Agência RBS

Um dos donos da maior empresa de proteína animal do mundo e campeão de doações eleitorais nas eleições de 2014, o empresário Joesley Batista implodiu o meio político.
O controlador do frigorífico JBS entregou ao Ministério Público Federal (MPF) gravações nas quais registra pedidos de propina do presidente Michel Temer (PMDB), e do presidente nacional do PSDB, o senador Aécio Neves (MG).
Em ações controladas pela Polícia Federal, o repasse de dinheiro a emissários de Temer e Aécio foi filmado. As cédulas tiveram os números de série previamente registrados e estavam acomodadas em malas e mochilas equipadas com chips. Todo o caminho do dinheiro foi monitorado pelos investigadores. As informações foram reveladas na noite desta quarta-feira pelo jornal O Globo.
Joesley e seu irmão, Wesley Batista, fecharam acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República em razão de suspeitas sobre contratos realizados pelas empresas do grupo com o BNDES. Por conta do alto poder das revelações, o acerto com o procurador-geral, Rodrigo Janot, foi fechado em tempo recorde e teve autorização do relator da Lava-Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin.
Em Brasília, sessões no Congresso são encerradasTão logo as reportagens de O Globo foram publicadas, o Congresso se esvaziou. As sessões da Câmara e do Senado foram encerradas. Presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ) correu ao Palácio do Planalto para reunião de emergência com Temer. Além do presidente e de Aécio, Joesley citou pagamento de propina ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e ao ex-ministro da Fazenda nos governos Lula e Dilma, Guido Mantega. Somente Aécio teria recebido R$ 2 milhões.
O encontro com Temer ocorreu por volta das 22h30min de 7 de março. Era um período em que a Lava-Jato estava no auge e Brasília vivia sob tensão, às vésperas da entrega da chamada segunda lista de Janot ao STF, o que ocorreria uma semana depois. Conforme o relato de Joesley, ele chegou sozinho e dirigindo o próprio carro ao Palácio do Jaburu, residência oficial de Temer. No bolso do paletó, Joesley portava um gravador. Após troca de amenidades, eles conversaram por 40 minutos, registrado em pequeno gravador portátil.
No começo do bate-papo, Joesley comunica a Temer que está enviando dinheiro a Cunha para que o ex-deputado mantivesse o silêncio na cadeia. Além de Cunha, havia repasses ao doleiro Lúcio Funaro, parceiro de Cunha em operações criminosas. O presidente demonstra alegria com a informação e dá seu aval:

Fonte: G1

ESPORTES

Brilho de reservas e estrela de contestado: vaga do Atlético-PR coroa força do grupo

Eduardo da Silva, Coutinho e Carlos Alberto saem do banco para garantir

 a vitória. Defesa falha, mas Atlético-PR encerra sequência negativa 

e está nas oitavas da Libertadores




Brilho de reservas e estrela de contestado: vaga do Atlético-PR coroa força do grupo
Atlético-PR contou com a estrela dos reservas para superar a Universidad Católica e garantir vaga nas oitavas de final da Libertadores. Os atacantes Eduardo da Silva e Douglas Coutinho e o meia Carlos Alberto saíram do banco de reservas para balançar as redes e garantir os 3 a 2 no Chile.
Eduardo da Silva chegou a ser titular no Furacão, mas perdeu espaço e virou reserva de Grafite. Douglas Coutinho - um dos jogadores mais contestados do elenco - tem recebido chances por conta de desfalques. E Carlos Alberto voltou após mais de dois meses fora.
Na saída do campo e na zona mista, os jogadores do Atlético-PR valorizaram a força do grupo. O próprio Douglas Coutinho comentou sobre as mudanças constantes no time e a estrela dele na noite de quarta-feira, no Estádio San Carlos de Apoquindo.
- Para mim, o elenco do Atlético é muito forte. Às vezes, por questão de lesão ou por cansaço, acaba trocando muito. Isso acaba dando oportunidade para quem entra mostrar um bom futebol. Hoje, pude fazer isso, aproveitei a oportunidade que tive, entrei, fiz o gol e pude ajudar na classificação - comentou Douglas Coutinho.
Ainda sem o trio, o Atlético-PR entrou em campo com Weverton; Jonathan, Paulo André, Wanderson e Sidcley; Otávio, Matheus Rossetto e Lucho González; Nikão, Pablo e Grafite. No primeiro tempo, saiu atrás, com gol de Santiago Silva após desatenção da zaga:

Fonte: GE

ESPORTES


Eliminação do Flamengo alerta o Palmeiras antes de jogo decisivo na Libertadores
Cuca durante a partida contra o Internacional (Foto: Marcos Riboli)
Cuca durante a partida contra o Internacional (Foto: Marcos Riboli)

A derrota para o San Lorenzo que acabou definindo a eliminação precoce do Flamengo na Libertadores acabou repercutindo no Palmeiras. Se os torcedores alviverdes gostaram, com direito até a mensagem especial do locutor da arena, o discurso entre os jogadores foi de cautela e alerta para a sequência da temporada.


Em entrevista coletiva, Cuca também respondeu sobre o assunto e relembrou um tropeço do próprio Palmeiras como exemplo de aprendizado para a sequência da temporada.
– É futebol. Serve (de lição). Não precisa pegar exemplo dos outros. Um exemplo nosso, de meia hora, jogamos mal e fomos eliminados – afirmou o treinador, relembrando a derrota para a Ponte Preta em Campinas que foi determinante para a eliminação no Paulistão.
Depois do duelo contra a Chapecoense, no próximo sábado, pelo Campeonato Brasileiro, o Palmeiras terá decisão na Libertadores. Na quarta-feira, o time de Cuca recebe o Atlético Tucumán, da Argentina, pela última rodada do Grupo 5 da competição continental.
O Verdão lidera a chave com dez pontos, com um de vantagem para o Jorge Wilstermann. Os palmeirenses avançam para a próxima fase até em caso de derrota por um gol de diferença. A vaga pode vir até em caso de derrota por mais gols, desde que o Peñarol, lanterna e já eliminado, vença os bolivianos no Uruguai.
Fonte: GE

ESPORTES

Vexame na Libertadores é o maior golpe em projeto de um novo Flamengo


O Flamengo coleciona vexames no projeto esportivo de conquistar títulos de expressão


O Flamengo colocou mais um vexame em sua lista de participações na Copa Libertadores. Só que a derrota por 2 a 1 para o San Lorenzo foi mais que uma simples eliminação precoce. Em um cenário de grandes investimentos e prioridade ao torneio continental, o vexame dado em Buenos Aires é o maior golpe no projeto de um "novo Fla" que cerca o clube nos últimos anos. Clique aqui e veja os gols da partida.Comandada por Eduardo Bandeira de Mello, a diretoria nunca escondeu que a principal competição do continente era o desejo maior no ano seguinte àquele em que brigou pelo título do Campeonato Brasileiro com o Palmeiras, mas também viu o bem-humorado "cheirinho" ficar pelo ar.

O impacto da eliminação é devastador nas pretensões de construir um novo Flamengo no aspecto esportivo. São três quedas ainda na primeira fase da Libertadores só nos últimos anos - 2012, 2014 e 2017. Os fracassos incomodam os torcedores, mas nenhum se compara ao da atual temporada.Desde 2015, quando contratou Paolo Guerrero, o Rubro-negro iniciou um projeto para alcançar títulos e recuperar o prestígio esportivo com conquistas atuais e constantes. O peruano puxou a fila. Chegaram Diego, Conca - que nem sequer estreou - e outros nomes de relevância. Na opinião dos dirigentes, o Flamengo tinha, enfim, um elenco capaz de corresponder aos anseios da torcida.

Todo o roteiro estava desenhado na cabeça dos cartolas. 
O esforço foi tanto que alguns milhões de reais foram gastos para arrumar o Maracanã, que serviu de casa na primeira fase. Paralelamente, o clube firmou um contrato com a Portuguesa da Ilha para utilizar o estádio na competição.

 A queda foi tão inesperada que o local nem pôde ser estreado pelo Rubro-Negro, já que que segue em obras.A expectativa de uma boa campanha fez o clube projetar premiações em seu orçamento para 2017 contando pelo menos com uma ida até a semifinal da Libertadores. O valor embolsado seria de R$ 15,3 milhões apenas em pagamentos da Conmebol. O Rubro-negro deixou a competição com R$ 5,4 milhões, o que corresponde aos três jogos como mandante da primeira fase. A boa campanha, no mínimo, seria a cereja do bolo no trabalho de saneamento fora dos gramados no qual a gestão atual tem se empenhado desde que assumiu.
Os dirigentes do Flamengo seguem em busca de resultados esportivos para o clube Foto: Gilvan de Souza/ Flamengo    
Em termos práticos, o projeto esportivo do Flamengo ainda não deu resultado. Se o clube trabalha para arrumar os aspectos financeiro e administrativo, em campo tem a comemorar apenas o título Carioca de 2017, que por tantas vezes foi esnobado pelos próprios dirigentes na briga sem fim com a Ferj (Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro).No ano passado, o time chegou a ser eliminado três vezes em 56 dias sob o comando de Muricy Ramalho. Caiu no Carioca, na Primeira Liga e na Copa do Brasil. Posteriormente para o desconhecido Palestino na Copa Sul-Americana. O cenário segue longe de estar favorável apesar de o Rubro-negro demonstrar evoluções em alguns aspectos. O problema é que o time se acostumou a falhar na hora da decisão. E o futebol cobra o seu preço. A bola pune, como costuma dizer o seu antigo treinador.Em um elenco considerado muitas vezes entre os melhores do país, o Flamengo viu na hora da decisão a inexperiência de alguns jogadores, como Matheus Sávio, ter peso considerável no resultado final. Grandes medalhões do elenco ficaram no Rio de Janeiro. Diego e Conca se recuperam de cirurgias no joelho e Mancuello ficou fora por opção do técnico Zé Ricardo.A dificuldade em equilibrar as ações, sobretudo fora de casa, é um problema flagrante do Flamengo atual. Construir um "Novo Fla", capaz de conquistar resultados esportivos, passa fundamentalmente pela postura em campo, algo que o clube ainda busca. Enquanto não desvendar o "segredo", contar com um dos "melhores elencos do país" dificilmente adiantará. Ainda restam Copa do Brasil, Campeonato Brasileiro, Copa Sul-Americana e a já esquecida Primeira Liga para tentar transformar o sonho de um projeto esportivo em realidade.

Fonte: UOL

BRASIL

Fachin manda afastar Aécio do mandato de senador e decide enviar ao plenário do STF pedido de prisão



Apartamento do senador Aécio Neves é alvo de busca e apreensão durante operação da Lava Jato em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro (Foto: Alessandro Buzas/Futura Press/Estadão Conteúdo)
Apartamento do senador Aécio Neves é alvo de busca e apreensão durante operação da Lava Jato em Ipanema, na Zona Sul do Rio de Janeiro (Foto: Alessandro Buzas/Futura Press/Estadão Conteúdo)



O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), mandou afastar o presidente nacional do PSDB, Aécio Neves (MG), do mandato de senador. O magistrado, no entanto, optou por não decretar monocraticamente o pedido apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) para prender o parlamentar tucano.


No despacho, conforme apurou a TV Globo, Fachin decidiu submeter ao plenário do Supremo o pedido de prisão de Aécio solicitado pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot. 

Endereços ligados ao parlamentar tucano também são alvo de mandados de busca e apreensão na manhã desta quinta-feira (18) no Rio de Janeiro, em Belo Horizonte e em Brasília. A operação que tem Aécio como um dos alvos foi batizada pela Polícia Federal como Patmos, em referência à ilha grega onde o apóstolo João teve visões do Apocalipse.


O relator da Lava Jato determinou ainda que o deputado federal Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) seja afastado da Câmara. Fachin, a exemplo do que decidiu em relação a Aécio, também preferiu enviar ao plenário do tribunal o pedido da PGR para prender o deputado do PMDB.
Reportagem publicada nesta quarta (17) no site do jornal "O Globo" revelou que o dono do frigorífico JBS Joesley Batista entregou à Procuradoria Geral da República uma gravação na qual Aécio pede ao empresário R$ 2 milhões.

No áudio gravado por Joesley, com duração de cerca de 30 minutos, o presidente nacional do PSDB justifica o pedido dizendo que precisava da quantia para pagar sua defesa na Lava Jato. O senador tucano é alvo de seis inquéritos no Supremo relacionados à Lava Jato.

O jornal também informou que o dono do frigorífico JBS entregou uma gravação feita em 7 de março deste ano em que o presidente da República, Michel Temer, indica Rocha Loures para resolver assuntos da holding J&F no Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Rocha Loures já foi chefe de Relações Institucionais da Presidência, quando Temer era vice-presidente. Após o impeachment de Dilma Rousseff, o parlamentar peemedebista atuou como assessor especial da Presidência. Ele assumiu uma cadeira na Câmara no momento em que o Osmar Serraglio (PMDB-PR) deixou o parlamento para assumir o comando do Ministério da Justiça.

A reportagem relata que o dono da JBS marcou um encontro com Rocha Loures em Brasília e contou o que precisava no Cade. Pelo serviço, segundo "O Globo", Joesley ofereceu propina de 5% e Rocha Lores deu o aval.

O G1 ainda não conseguiu contato nesta quinta-feira com a assessoria de Aécio Neves. Na noite desta quarta, a assessoria de imprensa do parlamentar mineiro afirmou que ele "está absolutamente tranquilo quanto à correção de todos os seus atos".

A assessoria de Rocha Loures disse à TV Globo que o deputado do PMDB, que está nos Estados Unidos, irá retornar ao Brasil nesta quinta. Ainda de acordo com os assessores, somente quando desembarcar no país, nesta sexta (19), ele irá se pronunciar sobre as acusações.

Irmã de Aécio

Além de afastar o senador do PSDB, Fachin expediu um um mandado de prisão contra a irmã e assessora de Aécio, Andréa Neves. Ela foi presa pela PF em Minas Gerais.
Segundo a TV Globo apurou, um procurador da República foi preso e há mandados contra pessoas ligadas ao deputado cassado e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ).
No Rio, estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em três endereços: os apartamentos de Aécio e da irmã dele e o imóvel de Altair Alves Pinto, conhecido por ser braço direito de Cunha. 

O procurador da República Ângelo Goulart Villela, que atua no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), foi preso na manhã desta quinta pela Polícia Federal. Agentes da PF cumpriram mandados de busca e apreensão na sede da Corte eleitoral, em Brasília.

Fachin também expediu mandado de prisão contra o advogado Willer Tomaz, que é ligado a Eduardo Cunha.

Em São Paulo, há buscas em imóvel do coronel João Batista Lima Filho. O militar é amigo de Michel Temer. 

Fonte:TV Globo, Brasília

 


quarta-feira, 17 de maio de 2017

DF

Academia na Rua é inaugurada em Ceilândia Norte

 

 
No último sábado (13) foi um dia de festa para os moradores da QNM 10, na Área Especial, em Ceilândia Norte. Por meio de uma emenda parlamentar de autoria da deputada distrital Luzia de Paula (PSB), a antiga Academia de Rua - que no passado foi feita pelos moradores da região – foi totalmente reformada.
A obra traz mais conforto para a prática de esportes e lazer em Ceilândia Norte. Luzia destinou uma emenda para a cobertura do espaço, a ampliação da área com piso, cerca e iluminação e a reforma do parquinho das crianças que fica ao lado da Academia.
Estou realizada com a entrega desse sonho da comunidade que passa a contar com um espaço totalmente revitalizado para a pratica de esporte e lazer”, disse Luzia.
A deputada Luzia de Paula esteve com o governador Rodrigo Rollemberg, o administrador de Ceilândia e os moradores que usufruem do espaço numa visita ao local. Enquanto algumas pessoas malhavam, as crianças se divertiam no parquinho.
É um privilégio para a cidade de Ceilândia ter uma deputada da qualidade da distrital Luzia de Paula. Uma parlamentar comprometida com as creches, com a educação e com essa cidade. Uma verdadeira guerreira”, afirmou Rollemberg.
A comunidade agradeceu a liberação do recurso e a rápida ampliação do espaço. O reconhecimento pelo trabalho e a dedicação da distrital tem tido o reconhecimento da população que tem se integrado as realizações.
O professor de Jiu Jitsu, Cláudio Careca, se voluntariou para dar aulas de Jiu Jitsu, gratuitas, na Academia na Rua. O professor é o idealizador do ‘Projeto indo à luta’, que passa a ter mais um local para a pratica do esporte.

Texto e imagem:Gabinete da deputada Luzia de Paula
Coordenação de Comunicação





BRASIL

Sob gritos de 'fora, Temer', oposição pede impeachment e eleição direta




Resultado de imagem para O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) pede impeachment de temer
Deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) Foto:Divulgação


O deputado Alessandro Molon (Rede-RJ) protocolou um pedido de impeachment nesta quarta-feira (17) logo após a divulgação da notícia de que o presidente Michel Temer foi gravado dando aval para a compra do silêncio do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB-RJ), segundo o jornal "O Globo".
O pedido protocolado por Molon foi feito com base no artigo 9º, item 7 da Lei de Responsabilidade, que fala sobre comportamento incompatível ao cargo. O deputado JHC (PSB-AL) também protocolou pedido de impedimento do presidente na Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).
Aliado de Temer, o presidente da Câmara encerrou a sessão logo após a notícia vir a público, bateu boca com a oposição e deixou o plenário da Casa transtornado.
O deputado Glauber Braga (PSOL-RJ) leu na tribuna da Câmara a notícia. A oposição começou então um coro de "fora, Temer!" e Maia encerrou a sessão em que estava prevista a votação de uma série de medidas provisórias que estão prestes a caducar.
Começou então o bate-boca entre Maia e o deputado Molon. Irritado e cercado por seguranças, Rodrigo Maia deixou o plenário.
"Não tem mais clima para trabalhar. Só isso", disse o presidente da Câmara ao deixar a Casa pelo cafezinho anexo ao plenário.
"Fui bater boca porque ele não tinha direito de encerrar a sessão. Num momento em que sai uma denúncia dessa gravidade, o presidente da Casa encerra a sessão para calar a boca da oposição e impedir que o país saiba o que está acontecendo. Havia condição de continuar. É pra proteger o presidente a quem ele é ligado? Estava totalmente alterado", disse Molon.
Os líderes do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e no Congresso, André Moura (PSC-SE), ignoraram os jornalistas em plenário.
NOVAS ELEIÇÕES
A oposição comemorava no Salão Verde da Câmara. Molon pedia convocação de novas eleições e repudiava hipótese de eleições indiretas que já começava a circular entre integrantes da base aliada.
"Não há condições que o Congresso faça essa eleição. Seria ótimo se ele renunciasse, se tivesse dignidade para isso. Não há dúvidas de que a única saída seriam eleições diretas", disse Molon.
Chico Alencar (PSOL-RJ) lembrou que impeachment levaria três meses e que dificilmente haveria clima no parlamento, de maioria governista, para cassação de mandato do presidente.
Ele lembrou que há uma PEC de autoria de Miro Teixeira (Rede-RJ) em que pede que em até seis meses antes do fim do mandato, em caso de perda do cargo, deveriam ser convocadas novas eleições. "Primeiro, é preciso pressão popular pela renúncia dele [Temer]".
O líder do PT na Câmara, Carlos Zaratini, disse que o governo de Michel Temer "já acabou", principalmente porque ele não teria "base social" para sustentá-lo no poder a despeito das denúncias. "É um presidente totalmente desmoralizado", disse ele.
"Se confirmada a veracidade das gravações, acabou o governo Temer. Não tem como segurar. É muito grave. É preciso impeachment imediatamente", afirmou Afonso Florence (PT-BA).
"Ou se acata o impeachment ou não se faz mais nada no país", disse o líder da Minoria, José Guimarães (PT-CE).
"O discurso do Temer é que está preocupado com o futuro do Brasil. Se isso é verdade, então o único caminho é a renúncia", afirmou o deputado Silvio Costa (PT do B-PE). Segundo ele, um processo de impeachment do presidente demoraria tempo demais e o Brasil "não aguentaria sangrar tanto".
ALIADOS
O plenário da Câmara foi rapidamente esvaziado. Deputados da situação comemoravam enquanto aliados deixavam o local às pressas.
Os líderes do governo na Câmara, Aguinaldo Ribeiro (PP-PB), e no Congresso, André Moura (PSC-SE), ignoraram os jornalistas.
Na situação, também houve quem considerasse o impeachment de Temer.
"O caso é grave. É preciso celeridade nas investigações para que sejam dadas respostas imediatas à sociedade", disse o líder do DEM, deputado Efraim Filho (PB). "Caso seja configurada qualquer ameaça ou qualquer infração à Constituição Federal, deve ser seguido o mesmo rito que seguiu a presidente Dilma Rousseff", afirmou o deputado.
O deputado Capitão Augusto (PR-SP) disse que a denúncia é uma bomba que "pegou todo mundo de surpresa". Ele disse que não há mais clima para votar as reformas. O parlamentar defendeu eleições indiretas.
"Independentemente de ser oposição ou situação, tudo mudou agora. Temos que esperar o que vai acontecer, as denúncias serem apuradas, mas no momento não há clima para mais nenhuma votação [de reformas]", disse ele.
O deputado tucano Domingos Sávio (MG) defendeu que o presidente Michel Temer responda logo as acusações e reconheceu que a situação atrapalha a discussão das reformas que o Planalto defende. Se a resposta do presidente não for convincente, disse ele, a pauta passa a ser a situação do governo.
"O presidente tem que responder de imediato. Tem que enfrentar o problema. Se houver resposta convincente, continuamos o trabalho para colocar o país no rumo certo. Se a resposta não for, muda a pauta. Deixa de ser reforma pra ver qual o governo que nós temos", disse.
Sávio criticou, ainda, a postura de parlamentares da oposição que pediram a saída de Temer e gritaram contra o governo no plenário da Câmara. "Não podemos sair festejando o caos, como vi fazerem alguns", disse. 






Fonte: Folha UOL