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sábado, 26 de agosto de 2017

MUNDO

Barcelona faz marcha contra 

terrorismo neste sábado

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Marcha pela faz e contra o terrorismo toma conta do centro de Barcelona neste sábado (Foto: Albert Gea/Reuters)

Barcelona reúne milhares de pessoas neste sábado (26) em uma grande marcha no centro da capital catalã contra o terrorismo e pela paz após os atentados da semana passada na capital catalã e na cidade de Cambrils, que deixaram 15 mortos.
Batizada de "No Tinc Por" (não tenho medo, em catalão), a manifestação, organizada pela prefeitura e pela Generalitat (governo da Catalunha), passa pelas avenidas Diagonal e Passeig de Gràcia com destino à Praça Catalunha. Veja como foi a marcha.

O ataque

Em Barcelona, 14 pessoas morreram e 130 ficaram feridas após o motorista de uma van atropelar os pedestres que estavam em La Rambla, via que fica em uma das regiões mais turísticas da cidade, no dia 17 de agosto. Entre os mortos em Barcelona estão as 13 pessoas atropeladas e um homem esfaqueado durante a fuga de Younes Abouyaaqoub, que dirigia a van que atropelou as mais de 100 pessoas.
Um segundo atropelamento deixou uma vítima em Cambrils - uma mulher que foi atropelada por um carro que não obedeceu a um controle da polícia.
Entre os mortos e feridos nos atentados na Catalunha há pessoas de 34 nacionalidades diferentes. O grupo jihadista Estado Islâmico reivindicou a autoria dos ataques.

Pedido de participação

O primeiro-ministro espanhol, Mariano Rajoy, pediu na sexta-feira (25) que os espanhóis participassem em massa da manifestação, “para expressar seu amor por uma Catalunha enlutada”.
A prefeita, Ada Colau, espera que a marcha faça "transbordar" as ruas de Barcelona. No pelotão de frente estão quem atendeu as vítimas do atentado, como as forças de segurança, profissionais de saúde, serviços de emergência, taxistas, comerciantes e moradores da região.
Atrás vêm o rei da Espanha, Felipe VI, o presidente da Catalunha, Carles Puigdemont, a prefeita e outras autoridades políticas. É a primeira vez que um monarca participa de uma manifestação na história do país. 
Na Praça Catalunha foi montado um palco, onde a atriz Rosa María Sardà e a ativista muçulmana Míriam Hatibi farão a leitura de textos, com o objetivo de pregar a diversidade e repudiar as manifestações de "islamofobia” que aumentaram na Espanha após os ataques.
Haverá ainda apresentação dos violoncelistas Peter Thiemman e Guillem Gràcia interpretarão “El Cant dels Ocells", do catalão Pau Casals. Serão projetadas imagens que mostrando como a população viveu os dias posteriores aos atentados.
Voluntários distribuíram flores amarelas, brancas e vermelhas, as cores da bandeira de Barcelona.
Manifestação no centro de Barcelona reúne milhares de pessoas que pedem paz em cartazes com as mensagens
Manifestação no centro de Barcelona reúne milhares de pessoas que pedem paz em cartazes com as mensagens "não tenho medo", a melhor resposta é a paz' e e "não à islamofobia" (Foto: Albert Gea) 

G1
 

sábado, 15 de julho de 2017

MUNDO

Aiatolá que prega a destruição de Israel visitará o Brasil



O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, em uniforme militar, ao lado do aiatolá Araki, em coletiva de imprensa durante a Guerra Irã-Iraque (Reprodução/Facebook)
Quando o ex-presidente Mahmoud Ahmadinejad pregou a destruição de Israel, ele estava apenas reproduzindo os discursos de Araki. Em várias oportunidades, o religioso pregou a destruição do Estado Israel. Durante um encontro com o secretário-geral do Hezbollah, Hassan Nasrallah, o aiatolá Araki definiu Israel como “um câncer que deveria ser extirpado do Oriente Médio”.
Em suas pregações, Araki acusa os Estados Unidos e os judeus de serem os responsáveis pelos problemas econômicos dos países islâmicos e das divisões existentes entre as várias correntes da religião islâmica. Em uma visita ao Líbano, ele sugeriu aos líderes do Hamas, o grupo terrorista que controla a Faixa de Gaza, uma união estratégica entre todos as organizações terroristas que atuam no Líbano e Palestina como forma de “banir Israel do mapa”, conforme publicado pela imprensa oficial iraniana.
Em sua página oficial no Facebook, o líder religioso não faz questão de esconder seus vínculos com o Hezbollah e suas posições extremistas. Resta saber se no Brasil ele reproduzirá esse mesmo discurso de ódio que ele propaga por onde 
passa. O anfitrião de Araki no Brasil será o sheik iraquiano Taleb Khazraji, outra figurinha carimbada do Hezbollah na América Latina. Khazraji foi citado dos relatórios produzidos pelos investigadores do atentado contra a sede da Associação Mutual Israelita (AMIA), como sendo um dos interlocutores dos terroristas que explodiram a entidade em julho de 1994.

Fonte: Veja.com