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sábado, 19 de agosto de 2017

EDUCAÇÃO

Olimpíada de Matemática do DF: 

segunda fase será neste domingo 


(20) 

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Cerca de 350 alunos da rede pública participam da etapa. Serão premiados os 30 melhores colocados em cada nível FOTO: REPRODUÇÃO


Estudantes do Distrito Federal se preparam para a segunda fase da Olimpíada de Matemática do DF, que ocorre neste domingo (20), às 14 horas, no Colégio Militar de Brasília. Os 664 classificados para a prova receberão certificados de participação. Mais da metade deles, 358, são alunos de escolas da rede pública de ensino.
“Acreditamos que a concorrência é uma forma de estimular o ensino da matemática e de descobrir novos talentos”, aposta o coordenador-geral do evento, Fernando Cunha Córes.
Criado em 2017, a primeira edição conta com apoio do governo de Brasília, por meio de suporte institucional da Secretaria de Educação, e do Instituto de Matemática Pura e Aplicada, entidade responsável pela elaboração das provas, avaliação e premiação.  
Serão premiados 30 alunos em cada um dos três níveis:
  • Nível 1: alunos dos 6º e 7º anos do ensino fundamental.
  • Nível 2: alunos dos 8º e 9º anos do ensino fundamental.
  • Nível 3: alunos dos 1º, 2º e 3º anos do ensino médio.
São 5 medalhas de ouro, 10 de prata e 15 de bronze para cada categoria. “Também certificaremos com menção honrosa alunos que apresentem soluções criativas ou que não tenham ficado entre os 30, mas que tenham resolvido os problemas mais difíceis”, adianta Córes.
A cerimônia de premiação está prevista para dezembro. De acordo com o coordenador-geral, a organização busca parceria de patrocinadores para conseguir outros prêmios para os alunos destaque, além de viabilizar as próximas edições do evento regional,  para que ele ocorra uma vez por ano.
Na fase classificatória, em 20 de junho, 14.242 estudantes participaram da prova. Destes, 10.632 eram de 57 escolas públicas.
Segunda fase da Olimpíada de Matemática do DF
20 de agosto (domingo)
Às 14 horas
No Colégio Militar de Brasília (903 Norte)


AGÊNCIA BRASÍLIA 

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

AGRICULTURA


Alface e batata ficaram mais 

baratas nas Ceasas em julho

batata_peru (Foto: Francisco Maffezoli Jr)


Os preços de alface e batata caíram no mês de julho nas principais centrais de abastecimento do Brasil enquanto tomate e cenoura tiveram aumento. A informação está no 8º Boletim Prohort, divulgado nesta quinta-feira (17/8) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). Os técnicos avaliam o comportamento dos preços das frutas e hortaliças mais representativos no mercado atacadista.
“No mês de julho não se observou tendência de preço uniforme para as hortaliças. Os preços do tomate e da cebola comportaram-se nitidamente em alta, enquanto para a cenoura pode-se dizer que estes apresentaram recuperação em alguns mercados”, resume o relatório.
A redução no preço da alface na maior parte dos locais pesquisados está relacionada à queda na demanda, diz a Conab. A oferta não sofreu grandes variações. Mas o clima mais frio costuma levar a redução no consumo, pressionando os preços para baixo.
“Como não se tem previsão de mudanças climáticas no mês de agosto, pode-se prever que as cotações da alface continuarão em queda. É o que acontece já no começo de agosto”, diz a Companhia.
A oferta maior levou a uma queda nos preços da batata no mercado atacadista, mantendo uma trajetória descendente que vem sendo verificada há quase um ano. Na Ceagesp, em São Paulo, por exemplo, os valores verificados em julho eram 60% menores que os do mesmo mês no ano passado. Em Belo Horizonte (MG), a redução chegou a 70%.
“O mercado vem sendo abastecido pela produção da safra de inverno proveniente de vários estados. Assim, a tendência dos preços é que fiquem em níveis baixos e, mesmo que ocorra alguma elevação, serão de pequena intensidade”, avaliam os técnicos, no relatório.
No caso da cebola, a Conab verificou queda nos preços apenas na região de Fortaleza (CE). Nas demais regiões, os principais movimentos de alta no mês de julho foram identificados em Vitória (ES), Recife (PE), Brasília (DF) e São Paulo (SP).
O mercado vive um momento de oferta menor, com a queda na produção interna. Neste momento, o abastecimento do mercado nacional está concentrado nos Estados de São Paulo, Goiás e Minas Gerais, além da região do Vale do São Francisco. As importações, também estão menores que os do ano passado.
No caso do tomate, a queda ocorreu apenas em Recife (PE) enquanto Fortaleza (CE) e Vitória (ES) registraram as principais altas em julho. Desde o início do ano, diz a Conab, os preços do produto têm passado por variações bruscas no mercado atacadista. Em São Paulo, por exemplo, o valor chegou a R$ 4,36 o quilo em junho. No início de agosto, variavam entre R$ 3,42 e R$ 3,63 o quilo.
“Até o primeiro decêndio de agosto observam-se baixas nas cotações, reflexo da decisão do produtor em acelerar o ritmo de colheita para aproveitar alguma alta de preço. Continuando este cenário, pode ocorrer diminuição do ritmo de colheita, possível nesta época do ano, quando ocorre períodos de temperaturas amenas e frias, retardando o amadurecimento do fruto”, diz a Conab.
Frutas
Entre as frutas, a banana e a laranja ficaram mais baratas na maior parte das centrais de abastecimento em julho. O mesmo não foi observado com a melancia. Já a maçã ficou estável na maioria dos mercados. Os técnicos da Conab ponderam que esta época do ano é de reversão de tendência para alguns produtos que vinham tendo queda de preços.
No caso da banana, as centrais de abastecimento receberam ofertas maiores das variedades prata e nanica, o que levou os preços para baixo. A prata, principalmente, da Bahia, que deve diminuir sua participação nos próximos meses, sendo compensada por Minas Gerais. Ainda assim, a tendência é de manutenção da queda nos valores.
Já o abastecimento da nanica nos entrepostos deve continuar aquecido, especialmente com a produção de São Paulo e Santa Catarina. Os técnicos da Conab acreditam que os preços dessa variedade também devem continuar com pressão de baixa, embora levem em conta o aumento da demanda pela fruta para a alimentação escolar.
Os preços da laranja caíram porque a oferta cresceu mais do que a demanda, diz a Conab. Depois de uma produção considerada ruim no segundo semestre de 2016 e início deste ano, o abastecimento foi regularizado, suplantando a procura no mercado varejista e na indústria. E as exportações estão caindo, ressalta o relatório.
A estabilidade dos preços da maçã na maior parte das regiões é explicada pela manutenção da oferta em níveis considerados elevados. Segundo a Conab, o mercado está sendo abastecido pelas frutas de boa qualidade.
“A demanda interna deverá ser suprida pelas maçãs de boa qualidade que estão nas câmaras com temperatura controlada, o que favorecerá o controle de oferta e, portanto, a recuperação dos preços ao varejo e os lucros ao produtor. Já para a próxima safra, vários pomares entraram em período de dormência, e espera-se alguns custos extras com a produção porque a previsão é de que o frio não será suficiente”, diz a Conab.
No caso da melancia, o mês passado foi de oferta reduzidas nas Ceasas, propiciando o aumento dos preços na maior parte dos estabelecimentos. A tendência, no entanto, é de redução para os próximos meses, especialmente por conta da maior oferta de frutas de Goiás e Tocantins.

 Globo Rural


BRASIL

Terceira edição da Virada do 


Cerrado terá Água como tema

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A programação da terceira edição da Virada do Cerrado foi apresentada hoje (17) no centro de exposições Ulysses Guimarães, no centro de Brasília. O evento, que vai de 1 a 3 de setembro, realiza ações socioambientais, educativas, esportivas e culturais, e tem por objetivo integrar as regiões administrativas do Distrito Federal (DF) em prol da sustentabilidade.
A edição deste ano conta com 90 parceiros, entre entidades, organizações e órgãos públicos, e tem como tema a Água. “No ano passado, cerca de 50 mil pessoas passaram por, mais ou menos, 500 atividades que aconteceram na Virada do Cerrado. Para essa edição, estamos focados no conteúdo que será trasmitido para a população”, disse o secretário do Meio Ambiente do DF André Lima.
Dentre as atividades previstas estão passeio de escolas em parques, mutirão para limpeza de rios, seminários, rodas de conversas, plantio de árvores, corrida, com mais de mil corredores inscritos e shows.
“Estamos às vésperas do Fórum Mundial da Água, que será realizado aqui em Brasília em 2018. Esse debate já está acontecendo agora nesta edição da Virada do Cerrado, e contribuirá demais com a discursão, reflexão e também de atitude em relação a água”, avaliou André Lima.
A programação completa está no site do evento.


Agência Brasil

ENTORNO DF

Trio é preso após sequestro 

relâmpago em Águas Lindas




Fotos: PM
trio aguas lindas

 A Polícia Militar prendeu um trio de assaltantes na cidade de Águas Lindas, entorno de Brasília. Os homens realizavam um sequestro relâmpago, onde além de roubar o veículo e os pertences das vítimas, os obrigava a sacar dinheiro e realizar compras.
Segundo informações da Polícia Militar, as prisões aconteceram durante um patrulhamento de rotina. Os policiais perceberam dois homens em atitude suspeita e realizam uma abordagem no veículo. Durante a verificação, foi constatado que o carro, um Honda/Fit continha registro de roubo.
Os homens confessaram que haviam roubado o veículo na terça-feira (15), na Asa Norte em Brasília. Os suspeitos ainda afirmaram que usaram a “modalidade” sequestro relâmpago, obrigando a vítima a fazer compras e saques de dinheiro para eles, além de levar o carro e o celular. A vítima foi abandonada às margens da BR 070.
Os criminosos também confessaram que havia um terceiro participante do roubo. Eles informaram aos policiais que o outro suspeito estava no setor II. Ele foi localizado e preso junto com os comparsas.
A vítima compareceu a delegacia, onde reconheceu o trio. Eles foram autuados em flagrante. 

Diário de Goiás

DF

TCU determina retorno de 

policiais e bombeiros cedidos no DF

Trio de policiais militares andando no Setor Comercial Sul, no DF (Foto: Andre Borges/Agência Brasília)
Trio de policiais militares andando no Setor Comercial Sul, no DF (Foto: Andre Borges/Agência Brasília) 


O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) determinou na tarde desta quarta-feira (16), o retorno de servidores da Polícia Militar, da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros do DF aos seus quadros funcionais em um prazo de 30 dias.
De acordo com a estimativa do TCU, cerca de 710 servidores estão cedidos a diversos órgãos do Distrito Federal e da União. Isso representa cerca de 5% do efetivo da Polícia Militar do DF, diz o TCU.
Os ministros acordaram ainda que, no caso de policiais que estão cedidos desempenhando funções sem qualquer relação com a segurança pública do Distrito Federal, o retorno deve ser imediato, em até 15 dias.
"É o caso dos policiais que estão trabalhando em gabinetes de secretários ou em gabinetes de deputados na Câmara Legislativa", explicou o relator, ministro Bruno Dantas.
O Tribunal de Copntas da União abriu ainda a possibilidade para que o GDF mostre, em um prazo de 30 dias, que em algumas situações excepcionais a função de segurança do militar não poderia ser exercida caso ele não estivesse cedido ao órgão. Nessas circunstâncias haverá possibilidade de recurso, garantem os ministros. Um exemplo dado pelo Tribunal, seria um militar trabalhando na guarda da Câmara Legisltativa.
Sobre o ressarcimento ao Fundo Constitucional do DF, o relator disse que "vai liquidar o valor no prazo de 180 dias, e determinar a restituição ao fundo neste prazo". 


G1 DF

 
 

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

DF

Projeto da UnB doa prótese facial a pessoas mutiladas no DF; veja como são feitas

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Professora Aline Úrsula (à direita) auxilia estudantes na confecção das próteses faciais (Foto: Marília Marques/G1)

Estudantes de odontologia da Universidade de Brasília (UnB) estão ajudando pacientes mutilados e de baixa renda do Distrito Federal a retomar a autoestima e a qualidade de vida. Capitaneados por uma professora da instituição, eles produzem e distribuem, gratuitamente, próteses de nariz, olho, lábios e orelhas artificiais.

As peças são fabricadas no próprio Hospital Universitário de Brasília (HUB), moldadas para cada rosto (veja vídeo acima). Nas imagens, o estudante do segundo semestre de odontologia Manfredo Rodrigues, 19 anos, mostrou ao G1 como é produzida uma prótese ocular.

Os atendimentos começaram em 2005 com uma única voluntária, a professora Aline Úrsula. Formada em odontologia, a profissional teve de viajar até São Paulo para fazer a especialização em prótese dentária e implantodontia.

Ao retornar a Brasília, Aline decidiu aplicar as novas técnicas aprendidas em pessoas que não podiam pagar pelas peças. Atualmente o projeto de reabilitação de pacientes mutilados conta com 35 voluntários, entre estudantes, residentes e dentistas graduados.

“Nosso objetivo é atender a pacientes mutilados. Tentamos dar qualidade de vida a pessoas que talvez não teriam, se ainda estivessem com a mutilação à vista.”

Peças artesanais



Como o projeto não tem parceria com centros públicos de tecnologia – para a aquisição de uma impressora 3D, por exemplo –, as próteses são feitas em silicone, manualmente, pelos próprios estudantes. A professora dá suporte e acompanha cada fabricação. 
No gesso, os voluntários moldam o rosto do paciente. Com as mãos e a ajuda de instrumentos próprios, a região mutilada vai ganhando uma nova forma, feita inicialmente com cera aquecida.
As peças são testadas nos pacientes e, quando adaptadas ao rosto, seguem para a fase definitiva de confecção, em silicone ou acrílico. O trabalho é minucioso.
“Fazemos uma caracterização para deixar mais próxima do real, depois cobrimos com acrílico transparente e fica pronta para entregarmos ao paciente.”

Vida nova


O olho de acrílico que estava em fabricação no vídeo feito pelo G1 será entregue a Luiz Felipe Araújo, de 6 anos. A criança nasceu com o olho atrofiado e, quando completou nove meses de vida, recebeu a primeira prótese dos voluntários do HUB. À medida que Luiz Felipe cresce, a peça vai sendo substituída.

O garoto disse não se importar com a condição. No departamento de saúde bucal do HUB, enquanto esperava pela confecção do olho artificial, Luiz Felipe contou ao G1 sobre os sonhos para a vida adulta.

“Quero ser policial de trânsito. É uma boa profissão.”

Se tivessem que pagar pela prótese, os familiares de Luiz Felipe teriam que desembolsar de R$ 5 mil a R$ 9 mil a cada troca de tamanho. Não há uma estimativa exata de quantas atualizações são necessárias. 
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Luiz Felipe, 6 anos, usa prótese ocular desde os 9 meses. (Foto: Marília Marques/G1)

Autoestima


Há 9 anos, a dona de casa Rosilene Silva foi diagnosticada com um carcinoma (tipo de câncer) no olho, que se espalhou por todo lado direito da face. Para conter o avanço da doença, ainda em 2008, os médicos precisaram retirar o olho, a sobrancelha e a maçã do rosto da paciente.

Após a cirurgia, ela passou a utilizar um tampão, com gaze e esparadrapo, para esconder as partes mutiladas. Sem ter coragem de sair de casa, Rosilene desenvolveu depressão e parou de se olhar no espelho. "A gente fica com a autoestima baixa", disse ao G1.

“Fico muito isolada e sinto tristeza. Pensar que terei a prótese está levantando a minha autoestima. Quando eu receber, pretendo voltar a trabalhar e sair mais.”

A dona de casa vive em Brasília com um salário mínimo, fruto da pensão pela morte do marido. Segundo Rosilene, uma pesquisa feita em outros centros de saúde indicou que a prótese, na rede privada, custaria de R$ 20 mil a R$ 30 mil. Um valor que Rosilene não tem condições de pagar. 

Devido ao projeto, em poucas semanas, a paciente deve receber a peça artificial gratuitamente. Feita de silicone, a peça está em fase de confecção há quase seis meses. Nessa parte do trabalho, os voluntários tentam reproduzir, com perfeição, os detalhes do rosto: veias, pigmentação da pele, cor dos olhos e cílios.  


“Eu fico toda empolgada no dia de vir para cá, porque sei que daqui a alguns dias terei a prótese. Agora eu estou com a autoestima até altinha.”

Atendimento gratuito


A reabilitação de pacientes mutilados é realizada pelo Sistema Único de Saúde (SUS) de forma gratuita. Para ser atendido no HUB, o interessado deve, incialmente, buscar o atendimento na rede pública de saúde do Distrito Federal.

A indicação para o tratamento com próteses é feita, obrigatoriamente, por alguma unidade pública de saúde do DF, que encaminha o paciente ao HUB, via sistema de regulação.

No Hospital Universitário de Brasília a equipe realiza, em média, 20 atendimentos por semana. Cada paciente retorna de 3 a 4 vezes para dar continuidade ao processo.

O G1 entrou em contato com a Secretaria de Saúde para saber quantos atendimentos oficiais são feitos nesse setor e qual é a fila de espera por uma prótese facial – para além da ação dos voluntários. Até a publicação desta reportagem, a pasta não tinha enviado resposta. 

G1  DF


 

TRÂNSITO

Fiscalização do licenciamento de veículos começa em 1º de setembro 

 

A fiscalização do certificado de registro e licenciamento de veículo (CRLV) no Distrito Federal começa em 1º de setembro.
A fiscalização do certificado de registro e licenciamento de veículo (CRLV) no Distrito Federal começa em 1º de setembro.
A fiscalização do certificado de registro e licenciamento de veículo (CRLV) no Distrito Federal começa em 1º de setembro. Foto: Toninho Tavares/Agência Brasília-26.9.2016
Quem está em débito com o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) deve ficar atento para não sofrer penalidade.
Dirigir sem o documento é infração de natureza gravíssima.
O condutor é multado em R$ 293,47, perde sete pontos na carteira nacional de habilitação (CNH) e tem o veículo removido ao depósito.
A retirada só será possível mediante pagamento das despesas com guincho, diária e vistoria.
De acordo com a Secretaria de Fazenda, até o momento, cerca de 798.215 veículos estão licenciados, o que corresponde a apenas 47% da frota de Brasília, que é de 1.696.379 veículos.
A falta de licenciamento é a infração mais comum no DF. No primeiro semestre deste ano, 76,4% dos veículos apreendidos foram retirados das ruas da cidade e levados para os depósitos do Detran-DF devido à ausência do documento.
Em comparação ao mesmo período de 2016, o número de veículos recolhidos por essa infração cresceu 17,5% — passou de 8.085 para 9,5 mil.
Aqueles que não receberam o documento devem acessar o site do Detran-DF para saber se há restrições. Caso haja, o boleto com o débito poderá ser impresso na própria página do órgão.
O recebimento do CRLV é condicionado ao pagamento do IPVA, do seguro obrigatório DPVAT, da taxa de licenciamento e de eventuais multas.

Detran-DF orienta manter endereço atualizado

O Detran-DF orienta os contribuintes a manter o endereço residencial atualizado. De cada dez licenciamentos expedidos, quatro são devolvidos porque os responsáveis não foram encontrados.


AGÊNCIA BRASÍLIA

 

DF

Policial civil do DF é baleado 

durante troca de tiros no Guará


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Praça na QE 38, no Guará, onde policial civil foi baleado no DF 

(Foto: TV Globo/Reprodução)




Um agente da Polícia Civil do Distrito Federal que estava de folga foi baleado na noite de terça-feira (15), na praça da QE 38 do Guará. O tiro acertou o peito do policial. Ele foi levado ao Hospital de Base acordado e consciente e passa bem. Ele trabalha em uma delegacia do Recanto das Emas.
O delegado Pablo Aguiar da 27ª DP, onde o agente trabalha, disse que um dos filhos do policial avisou que havia um assalto nas proximidades de onde moram. “Ele, de imediato, saiu de casa sem camisa, de bermuda, para impedir que os assaltantes praticassem algum dano para a sociedade daquela localidade.” 
Entrada da 4ª DP, no Guará (Foto: TV Globo/Reprodução)
Entrada da 4ª DP, no Guará (Foto: TV Globo/Reprodução) 

Os dois suspeitos fugiram do local, mas foram localizados pela Polícia Militar na madrugada desta quarta (16), por volta de 1h10. Ambos foram flagrados na L4 Sul e levados para a 4ª DP, no Guará. A polícia vai investigar se foi tentativa de assalto ou acerto de contas.
“Somos cidadãos comuns, estamos também vulneráveis à insegurança e à violência que o governo tenta maquiar. A gente reage quando acontece conosco, nós temos que dar uma resposta imediata”, disse o presidente do Sindicato dos Policiais Civis do DF, Rodrigo Franco.

G1 DF 
 




segunda-feira, 14 de agosto de 2017

BRASIL

Gasolina recua em 18 Estados e no DF, mostra ANP; no Brasil, queda é de 0,13%

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O valor médio da gasolina vendido nos postos brasileiros recuou em 18 Estados brasileiros e no Distrito Federal na semana passada, segundo dados da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), compilados pelo AE-Taxas. Na média nacional, a queda foi de 0,13%, para R$ 3,758 o litro.
Em outros sete Estados, incluindo São Paulo, o preço da gasolina subiu e em Sergipe houve estabilidade sobre a semana anterior.
Em São Paulo, maior consumidor do País, o litro da gasolina avançou 0,2% na semana passada, de R$ 3,533, para R$ 3,54, em média. A maior alta na semana foi em Goiás, onde os preços da gasolina subiram 5,43%, para R$ 4,07. Aquele Estado registrou também a maior alta porcentual semanal no preço do etanol, de 5,73%.
Em Minas Gerais houve recuo médio no preço gasolina de 0,94%, de R$ 3,845 para R$ 3,809 o litro, enquanto no Rio de Janeiro a queda foi de 1,27%, de R$ 4,18 para R$ 4,127, em média. Mesmo com a baixa, o Rio de Janeiro tem o segundo maior preço médio da gasolina no País, atrás apenas do Acre, onde o litro custa, em média, R$ 4,261.





domingo, 13 de agosto de 2017

Esportes

Brasília recebe última etapa do Campeonato Brasileiro de Basquete 3x3

No fim deste mês, a capital sedia a última etapa da competição da modalidade, que fará parte do programa de Tóquio-2020

Carlos Vieira/CB/D.A Press
É comum ver grupo de amigos improvisando brincadeiras e jogos quando faltam jogadores para uma partida de algum esporte, seja ele qual for. No basquete, não é diferente. Com três jogadores de cada lado, a modalidade 3x3 nasceu nas ruas e hoje integra o quadro dos esportes olímpicos que serão disputados em Tóquio-2020. Diferente do formato tradicional, que conta com cinco jogadores de cada lado da quadra e está solidificada nos quatro cantos do mundo, o 3x3 está em desenvolvimento no Brasil. A capital entra na rota dos eventos e recebe, no fim do mês — 26 e 27 de agosto —, a última etapa do Campeonato Brasileiro.

No mês passado, foram definidos os times do Distrito Federal classificados para a final. Mesmo sem muita tradição no cenário, as equipes brasilienses se mostram confiantes para a conquista do título. Kennedy do Nascimento, 26, Victor Mateus, 24, Kelvis Lima, 26, e Elton Sabino, 32, formam os Hot Boys, grupo que vai representar a cidade na categoria open masculino. O quarteto — um integrante fica na reserva — chegou invicto na decisão e conta com o entrosamento e a experiência para continuar com o bom aproveitamento.

O esporte uniu o grupo de amigos que se conheceu jogando basquete em uma quadra na Cidade Ocidental (GO), onde todos moravam quando pequenos. Desde os 15 anos, eles disputam o 3x3 e estão acostumados com o estilo dinâmico exigido pela modalidade. “A gente nunca tinha jogado o basquete tradicional. Começamos a brincar na rua, no que hoje é chamado de 3x3”, comenta Kennedy, o capitão da equipe. Atualmente, os meninos também jogam o formato tradicional em times diferentes da Liga de Basquete do Distrito Federal e Entorno.

Brincando

No 3x3, eles atuam juntos desde 2015. O primeiro torneio foi o NBA 3X, no qual a equipe venceu a etapa de Brasília, chegou à final no Rio de Janeiro e ficou em segundo lugar. Os meninos atribuem as conquistas ao fato de se conhecerem bem dentro de quadra. “A gente já brincou disso por muito tempo. Parece que sabemos onde o outro estará e o que vai fazer”, conta Kelvis.

O marceneiro, que vira atleta nas horas vagas, conta que os treinos são escassos por conta das ocupações de cada um. Kennedy é advogado, Victor trabalha como torneiro mecânico e Elton, como empresário. “Hoje, fica difícil se encontrar para treinar, porque cada um tem seu trabalho e a vida pessoal”, explica. A vontade de se tornar profissional não é a mesma da adolescência. “Essa inclusão do 3x3 tinha que ter acontecido quando a gente tinha 15 anos”, brinca. Atualmente, os encontros ocorrem aos fins de semana. Ou seja, o basquete é um hobby.

A falta de torneios de 3x3 em Brasília também é um dos motivos que fizeram o esporte se tornar apenas uma diversão. “Aqui, a modalidade está muito defasada, mesmo porque o único campeonato de trio que jogamos é esse que a Confederação Brasileira de Basquete promove”, analisa Kennedy. Sem a infraestrutura necessária, os estados mais fortes continuam sendo Rio de Janeiro e São Paulo.

Massificação é o objetivo para a CBB


A Confederação Brasileira de Basquete (CBB) criou o programa Caça Talentos, em maio deste ano, para disseminar a modalidade no país. Com a aproximação de um novo ciclo olímpico, a CBB promove ações de capacitações de técnicos, dos preparadores físicos e dos próprios atletas em busca de novos talentos. Francisco Oliveira, 57 anos, é um dos responsáveis pelas ações. O gerente de desenvolvimento do Basquete 3x3 da CBB esclarece que o trabalho é necessário, já que a modalidade é nova e muitos não a conhecem. O primeiro Campeonato Mundial masculino adulto aconteceu em 2012.

“A finalidade é dar capacidade aos jogadores para eles terem o entendimento do que fazer dentro de quadra”, esclarece. Essa compreensão é importante porque as habilidades são diferentes daquelas usadas no basquete tradicional. “No 3x3 não existe uma posição fixa. Você tem que fazer um pouco de tudo”, analisa Francisco, que começou a trabalhar com a modalidade em 2004, após um campeonato que presenciou em Hong Kong. Antes disso, era técnico de vôlei de praia da campeã olímpica Jaqueline Silva.

Critérios

Agora, mais do que promover grandes eventos, a modalidade é esperança de medalhas. O gerente da modalidade da CBB diz que ainda é cedo para pensar em pódio, já que nem os critérios de classificação para os Jogos Olímpicos foram definidos pela Federação Internacional de Basquete (Fiba). De acordo com a entidade, oito países vão disputar as partidas de 3x3 nos Jogos de Tóquio-2020. “Hoje, os países europeus estão bem à frente de todos, porque se organizaram e têm uma boa estrutura”, destaca. 

Uma nova oportunidade

Kentaro Kondo/Divulgação
Para o jogador profissional Leandro Souza, 33 anos, a modalidade se desenvolveu mais rápido na Europa por questões econômicas. “O Brasil está muito bem. No nível técnico, o nosso basquete está igualado, mas, por conta de problemas econômicos, a estrutura de fora é muito melhor”, analisa o brasileiro, 36º do ranking mundial de 3x3. Pessoalmente, a inserção é a chance de realizar mais um sonho.

No início deste ano, ele realizou um antigo desejo. O carioca, que joga basquete 3x3 desde os 15 anos, se tornou um jogador profissional no Japão. Ele é o primeiro brasileiro a assinar um contrato da modalidade. Desde junho, atua pelo time Yokohama City. “A inclusão nos Jogos Olímpicos me permite ter outro sonho: representar o Brasil em uma Olimpíada”, comemora.

Leandro vive a chance de se dedicar só ao basquete. “Estou aproveitando muito. Aqui, eu não preciso trabalhar e, depois, ir treinar cansado”, diz Leandro, ao lembrar a época em que foi pedreiro, segurança, garçom e auxiliar administrativo em uma empresa de viagens para bancar o esporte.

Língua

Hoje, a maior dificuldade é a língua, já que ele não fala japonês nem inglês. Leandro joga ao lado de um sérvio, um norte-americano e um japonês. “Às vezes, a comunicação do time fica difícil. A gente perde um jogo e não tem como se expressar”, comenta. Para isso, o brasileiro estuda inglês nas horas vagas. “Como ainda não ganho muito dinheiro, eu estudo por conta própria. Peço a ajuda para alguns amigos e assisto a vídeos”, conta.

Entenda o jogo

Em uma quadra de tamanho 15m x 11m, com apenas uma tabela, dois times formados por três jogadores se enfrentam. Cada equipe tem mais um jogador do lado de fora, que pode entrar em quadra quando a bola não estiver em jogo. A partida dura 10 minutos — quem estiver na frente do placar vence. Caso um time alcance 21 pontos antes do fim, é declarado vencedor. Com essas características, o esporte se torna mais dinâmico e exige mais do físico do atleta.

Programe-se

O quê: Etapa final do Campeonato Brasileiro de Basquete 3x3
Data: 26 e 27 de agosto
Onde: Pátio Brasil Shopping
Horário: de 10h às 18h
Fonte: Superesportes

sábado, 12 de agosto de 2017

DF



Japonês é trazido para hospital do DF após cair de asa-delta em Planaltina, GO

Piloto durante voo de asa-delta no DF (Foto: Dênio Simões/Agência Brasília

Um piloto japonês de asa-delta ficou ferido após cair em Planaltina de Goiás, na tarde deste sábado (12). Segundo o Corpo de Bombeiros, ele foi trazido de helicóptero para o Hospital de Base de Brasília com múltiplas fraturas, traumas na coluna, na face, no abdômen e no tórax.

A vítima, segundo os bombeiros, é um dos participantes do Campeonato Mundial de Asa Delta, que acontece em Brasília desde a última quarta-feira (9). O homem decolou do Vale do Paranã, em Formosa, Goiás, e caiu pouco tempo depois. Ainda não se sabe o que causou o acidente.

O helicóptero dos bombeiros foi acionado para atuar no acidente, mas não chegou a pousar no local. A corporação de Brasília teve auxílio dos bombeiros de Goiás para atender o homem. Ele foi transferido para o helicóptero e trazido para Brasília depois de estabilizado.

Outro caso

Um piloto alemão de asa-delta foi interceptado por seguranças do Palácio da Alvorada, em Brasília, após pousar no jardim da residência oficial da Presidência na tarde de sexta-feira (11). Segundo a organização do 21º Campeonato Mundial de Asa Delta, ele fez um pouso de emergência no jardim do palácio.

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Passageiro reage a assalto em ônibus e leva dois tiros no DF


Divulgação

Um vigilante acabou levando dois tiros durante uma tentativa de assalto a um ônibus da Taguatur, na BR-070, em Ceilândia, sentido Águas Lindas (GO), na noite desta sexta-feira (11/8). O motorista do coletivo contou que a dupla de ladrões entrou no veículo anunciando o assalto e pegando os objetos dos passageiros. Segundo informações da Polícia Militar, o vigilantes reagiu, entrou em luta corporal com um dos bandidos, que disparou cinco vezes contra ele.
Três munições não deflagraram e dois tiros acertaram o rosto do vigilante. De acordo com a PM, neste momento, os outros passageiros conseguiram prendem os ladrões e deram uma surra em um deles. O criminoso e a vítima foram levados para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC) e passam bem.
Um dos bandidos, que é menor, não foi agredido. Populares gravaram vídeos e fizeram imagens do ladrão agredido (veja as fotos abaixo).
Na noite de quinta (10), um cobrador de 29 anos foi esfaqueado durante assalto a um coletivo, também em Ceilândia. Cleiber da Vitória Barros foi levado para o Hospital Regional de Ceilândia (HRC) com ferimentos na cabeça e no ombro, lesões ocasionadas por faca.
Cerca de 20 passageiros do coletivo saíram em defesa do cobrador e conseguiram conter dois adolescentes.
Dados da Secretaria de Segurança Pública e da Paz Social mostram que de janeiro a julho deste ano foram registradas 1.586 ocorrências de roubo a coletivo, 6% a mais do que no mesmo período de 2016 (1.495).

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